domingo, 27 de março de 2016

CELEBRAÇÃO DO SÁBADO SANTO NA MATRIZ DE SÃO JOSÉ

CELEBRAÇÃO DO SÁBADO SANTO NA MATRIZ DE SÃO JOSÉ ALTOS - PI
A noite do Sábado Santo, denominada também Vigília Pascal, é especialíssima e solene. . – É considerada "a mãe de todas as santas vigílias", pois nesta a Igreja mantém-se de vigia à espera da Ressurreição do Senhor, a consumação de toda a nossa fé, e celebra-a com os Sacramentos da Iniciação cristã.
Esta noite é "uma vigília em honra do Senhor" (Ex 12,42). Assim ouvindo a advertência de Nosso Senhor no Evangelho (Lc 12, 35), aguardamos o retorno do Cristo, tendo nas mãos velas acesas, para que ao voltar nos encontre vigilantes e nos faça sentar à sua Mesa.
A vigília desta noite é dividida do seguinte modo:
1) A Celebração da Luz;
2) A meditação sobre as maravilhas que Deus realizou desde o início pelo seu povo, que confiou em sua Palavra e em sua Promessa;
3) O nascimento espiritual de novos filhos de Deus através do Sacramento do Batismo;
4) E por fim a tão esperada Comunhão Pascal, na qual rendemos ação de graças à Nosso Senhor por sua Gloriosa Ressurreição, na esperança de que possamos também nós ressurgir como Ele para a vida eterna



















sábado, 5 de março de 2016

São José - a vida do Padroeiro / Irmã Rosa Costa



Mais uma vez estamos prestando homenagens ao nosso caríssimo padroeiro São José, por ocasião dos festejos em sua honra, que culminará com as solenidades religiosas de mais um aniversário de sua entrada no céu, no dia 19 de março.
O Altoense não podia deixar passar desapercebida esta magna data sem associar-se de maneira bem participativa às comemorações festivas de seu protetor, escolhendo o 19 de março para o seu nascimento oficial na cidade e para a cidade, com o lançamento deste seu primeiro número.
E para que a devoção a São José não fique apenas em nível sincrético, nosso jornal resolveu passar do sincrético pelo analítico para o sintético, pretendendo transformar nossa devoção em veneração ao grande padroeiro da Igreja Universal, trazendo à sociedade altoense o resultado das pesquisas realizadas em torno da personalidade de nosso Santo.
José viveu entre o último século antes de Cristo e o primeiro século da era cristã, havendo dúvidas com relação à sua naturalidade: Nazaré, na Galiléia, ou Belém, Palestina. Pertencia à descendência de Davi.
Quando Maria, Mãe de Jesus, atingiu a idade de 15 anos, os sacerdotes e sacerdotisas que viviam no Templo e dela cuidavam desde a idade de três anos, quando seus Pais a consagraram a Deus, decidiram que ela deveria casar-se como era de costume na época. Conforme a tradição, o esposo de Maria deveria ser da linhagem de Davi, à qual a jovem pertencia. José fora o eleito.
Jovem, cheio de virtudes, o humilde e dedicado carpinteiro consagrou-se a Deus porque não se achava digno de ser o escravo dos escravos do Messias prometido, pois era conhecedor das Sagradas Escrituras.
Consultado pelos sacerdotes e após saber de Maria que era profunda conhecedora das Escrituras Sagradas, que fizera voto a Deus por amor e porque não se achava digna de ser a escrava das escravas da Mãe de Deus, José ficara noivo da jovem que conheceu ser cheia de graças e dotada de todas as virtudes. Ambos decidiram viver suas vidas de consagrados a Deus, no casamento. Assim, surgia a primeira Família de pessoas consagradas a Deus com o objetivo de sublimar o amor terreno vivendo o amor total e puro ao Senhor, vendo na vontade de seus superiores a expressa e clara vontade do Todo Poderoso.
O noivado, como sempre, era um tempo de preparação para a vida futura de casados. Durante este período os noivos cuidavam de construir o seu futuro lar. E, convivendo mais próximos um do outro, iam se conhecendo melhor.
José maravilhava-se com o santo convívio e as virtudes de Maria, que era doce, pura e perfeita.
Deus, porém, tem os seus desígnios e confia nos seus escolhidos. Prova-os para que se purifiquem mais e o sirvam com profunda fé, amor puro e dedicação perfeita.
José fora provado por Deus antes de exercer a sublime missão que o Senhor iria conferir-lhe.
Estava noivo de Maria quando ela ficou grávida após o “SIM” que dera ao Anjo quando da anunciação do grande mistério.
Maria, em sua autêntica humildade e prudência, nada lhe havia participado, deixando para Deus a iniciativa, porque era submissa à Sua Santa Vontade.
Ao perceber que Maria esperava um filho, José perturbou-se profundamente. Mas, as virtudes e a santidade da Mãe de Deus não lhes davam motivos para, nem sequer, de leve, suspeitar de sua pureza. Pretendeu então deixá-la secretamente, sem ofendê-la com a humilhação do repúdio. Todavia foi logo socorrido por um anjo que o notificou sobre a vontade de Deus em fazer de Maria, sempre virgem, a Mãe do Salvador a quem ele poria o nome de Jesus. Então, com presteza, alegria e felicidade, José a desposou, aceitando com profunda humildade e gratidão a paternidade adotiva do Filho de Deus.
Para atender determinações governamentais sobre recenseamento, seguiu para Belém acompanhado da esposa, às vésperas do parto. Não encontrando hospedarias ficaram alojados numa gruta e ali assistiu ao nascimento do Salvador do mundo. Recebeu a visita dos pastores, dos Magos do Oriente e estava presente quando da apresentação de Jesus no Templo, no quadragésimo dia do seu nascimento.
Obedecendo ordens de Deus através de um Anjo, fugiu com a Família para o Egito para escapar à fúria de Herodes contra a criança.
Com paciência e extraordinário zelo protegia a mulher e o filho, enfrentando os maiores sacrifícios.
Após a morte de Herodes, voltou para a sua terra fixando-se em Nazaré. Provia o sustento da família trabalhando como carpinteiro, auxiliado por Jesus ainda menino.
Cumprindo a Lei Judaica, José ia anualmente a Jerusalém, por ocasião da Páscoa, oferecer sacrifícios. Aos doze anos Jesus acompanhou os Pais pela primeira vez, ocasião em que permaneceu no Templo discutindo com os Doutores da Lei. José e Maria passaram grande aflição procurando o menino por toda parte.
Daí em diante nada mais se sabe sobre a vida de São José. É possível que tenha morrido antes de Cristo, desde que, aos pés da Cruz, Maria foi confiada pelo Redentor à proteção de João Evangelista.
A partir de 1871 o Papa Pio IX declarou São José padroeiro da Igreja Católica. No Brasil é, também, padroeiro dos operários e é festejado a 19 de março. E para nós altoenses ele é o nosso querido padroeiro!

 

Artigo publicado no jornal O Altoense, edições de números 01 e 02 de março e abril de 1987.


terça-feira, 29 de dezembro de 2015

NATAL DAS CRRIANÇAS

NESTE ÚLTIMO DOMINGO, 27 DE DEZEMBRO, A PARÓQUIA DE SÃO JOSÉ REALIZOU O SEGUNDO NATAL DAS CRIANÇAS. 
INICIOU COM A CELEBRAÇÃO DA SANTA MISSA, PRESIDIDA PELO PADRE CLAUDINEI,, ONDE A MESMA CONTOU COM A PARTICIPAÇÃO DE CRIANÇAS NA SUA REALIZAÇÃO. DEPOIS DA MISSA, HOUVE FORA DA IGREJA, APRESENTAÇÃO DE MÚSICA E TEATRO, A PARTICIPAÇÃO DO PAPAI NOEL, DISTRIBUIÇÃO DE LANCHES E DE PRESENTES PARA TODAS AS CRIANÇAS QUE ALI SE ENCONTRAVAM.















sexta-feira, 2 de outubro de 2015

FESTA DE SANTA TERESINHA

NESTE PRIMEIRO DE OUTUBRO DIA DE SANTA TERESINHA, E A PARÓQUIA DE SÃO JOSÉ REALIZOU UMA LINDA FESTA PRA COMEMORAR O DIA DA SANTA. A MISSA FOI CELEBRADA POR PADRE JOÃO PAULO E CONCELEBRADA POR PADRE CLAUDINEI E PADRE RAFAEL. COMO ERA DIA DO IDOSO FOI REALIZADA A BENÇÃO DOS MESMOS QUE ENTRARAM EM PROCISSÃO COM A IMAGEM DE SANTO ANTONIO. OS 24 GLÓRIA AO PAI FOI REALIZADO POR 24 CRIANÇAS VESTIDAS DE CARMELITAS. NO FINAL DA CELEBRAÇÃO ACONTECEU A TRADICIONAL CHUVA DE ROSAS.






























 
Editado Por: Renan Carvalho Designer Criador: Renan Carvalho